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  • Chris Vilhena

GENTILEZA GERA GENTILEZA

Autocrítica: precisamos falar sobre ela.


Substantivo feminino, refere-se ao ato de o indivíduo reconhecer as qualidades e os defeitos do próprio caráter, ou os erros e acertos de suas ações. Trata-se, portanto, de uma ação sem a qual teríamos sérias dificuldades em nosso desenvolvimento pessoal, correto?


Sim.


Mas, quando ela se torna excessivamente tóxica é hora de refletir.


Os principais sinais desse tipo de intoxicação são a paralisação, a culpa e a cobrança excessiva. CUIDADO.


Sabemos que o não cumprimento de metas, a frustração pela demora na conclusão de

projetos pessoais, a insatisfação profissional e o desconforto com a própria imagem são os alvos mais visados nas críticas que tecemos em relação a nós mesmos. Mas, se não formos gentis conosco, o que não significa sermos complacentes, dificilmente avançaremos em nosso crescimento.


Ahimsa, um dos principais fundamentos éticos do Yoga, diz respeito à não violência. Com

disciplina e austeridade podemos e devemos batalhar pela conquista de nossos projetos e ideias, mas SEM violência.


No bom uso que podemos fazer de nossa razão, podemos ser, nós mesmos, nossos maiores incentivadores e não nossos piores carrascos.


Um autor de quem gosto muito afirma: o começo é aceitar a total responsabilidade por sua vida e se recusar a culpar outra pessoa. O grau em que você aceita a responsabilidade por tudo em sua vida é, precisamente, o grau de poder pessoal de que precisa para mudar ou criar tudo o que queira. E continua, enquanto a culpa determina quem está em dívida por algo, a responsabilidade determina quem está comprometido a melhorar as coisas. (Hal Erold)


Podemos e devemos buscar nossa própria evolução, mas ela começa pelo amor e nele deve sempre se pautar.

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